Recensão crítica dos vídeos de Mike Wesch - Trabalho elaborado em equipa na atividade nº5 da UC - Educação e Sociedade em Rede (MPEL 2022)

Michael Wesch, nasceu em 22 de junho de 1975, é professor de antropologia cultural na Universidade do Kansas e o seu trabalho aborda o campo da etnografia digital. Em conjunto com os seus alunos, estudou o efeito das novas Mídias na interação humana, tendo fundado o Digital Ethnography Working Group, com um grupo de estudantes da universidade do Kansas. Com base no trabalho efetuado com os seus alunos, apresentou diversas ideias e descobertas, em particular sobre o impacto social do YouTube. Em 23 de junho de 2008, Wesch apresentou An Anthropological Introduction to YouTube na Biblioteca do Congresso dos EUA.


A REDE COMO INTERFACE EDUCATIVO (I)
@tividade 5
Recensão crítica dos vídeos de Mike Wesch

Trabalho realizado pela equipa LambdaCláudio Sousa nº 1901027 | Carolina Santos nº 2003932 | Deric de Sousa nº 2202404 | Simone Silva nº 2202513 | Sónia Afonso nº 2202400

No âmbito da unidade curricular de Educação e Sociedade em Rede foi solicitada a elaboração de uma recensão crítica dos vídeos de Mike Wesch e uma reflexão sobre a forma como a sociedade em rede está a transformar a educação. Não apenas a prática educativa, mas também o modo como pensamos a função social da educação.

Com a visualização dos vídeos de Mike Wesch, conseguimos refletir sobre todo o processo complexo e os seus significados acerca do que representa estarmos inseridos numa sociedade em rede. Através de uma etnografia digital e com recurso à observação participante com os seus alunos, Wesch participou diretamente na comunidade do Youtube com o objetivo de alcançar uma compreensão efetiva do que significa este fenómeno social.

Neste momento, o Youtube segundo o autor significa:

  • Uma nova forma de comunidade
  • Uma nova forma de expressão
  • Uma nova forma de identidade
  • Uma nova forma de empoderamento
  • Uma nova forma de autenticidade

Tendo surgido pelas mãos de Chad Hurley, Steve Chen e Jawed Karim, como uma expressão da crescente democratização da informação que a internet proporcionou, o YouTube cresceu exponencialmente tornando-se numa importante plataforma, onde todos se podem exprimir de forma livre, compartilhar os seus conteúdos e colaborar com outras pessoas.

No vídeo An Anthropological Introduction to YouTube, (2008), Wesch começa por fazer menção ao enorme volume de conteúdos produzidos no YouTube, que nasce enquanto espaço privilegiado e acessível para a partilha de vídeos. Nesta plataforma da web, rapidamente tópicos mais populares, se transformam em conteúdos virais que modificam o mundo virtual e também o real. Através de diversos trabalhos com os seus alunos, conseguiu informações de extrema importância, para desenvolver uma compreensão dos tipos de pessoas que publicam e assistem aos vídeos. Cada um de nós é único de alguma forma, mas a maioria de nós nunca encontra um público para exibir suas habilidades, ou para simplesmente dizer algo. Com o YouTube, este cenário mudou completamente, em que, iniciar um vídeo e compartilhar algum conteúdo torna-se fácil. Apesar de não ser garantido que vão ser “famosos”, o desejo de imitar as “celebridades” com mais visualizações, leva os sujeitos a procurar encontrar um público que os reconheça e aprecie, compartilhando através da webcam, conteúdos que ficam disponíveis para o mundo inteiro. Qualquer pessoa pode carregar vídeos, produzidos e editados por cada um de nós, onde as pessoas não se importam com que os outros vão pensar e onde se evidencia o conceito de comunidade/comunidade de aprendizagem, com uma facilidade de rápida conexão. 

O Youtube, torna-se assim, um mecanismo de influência sobre o processo social. Mas será que, esta nova forma de cultura, de construção de comunidade, não estará em declínio, podendo levar ao individualismo em rede (cada vez mais conectados, mas ao mesmo tempo individualizados), permitindo uma inversão cultural? Também questionamos se não será uma nova forma de solidão, levando-nos a refletir na complexidade da natureza humana e das relações sociais, onde os problemas da vida real são transportados muitas vezes, para os meios digitais. Quando estamos a ver um vídeo no Youtube, geralmente, somos anónimos, as pessoas não podem ver quem está a assistir, o que acaba por facilitar sentimentos de ódio, onde o diálogo é raro e efémero, as pessoas sentem-se mais “relaxadas”, sem medo e sem ansiedade social.

Nesta linha de pensamento, numa comunidade onde sobressaem ecrãs e webcams, os utilizadores assumem novos papéis perante estas, onde todos assistem, mas onde aparentemente não está ninguém, num espaço onde a privacidade não passa de uma ilusão, pois tudo o que fazem torna-se público em qualquer parte do mundo e pode ser revisto reiteradamente. Os utilizadores procuram, arranjar formas de terem visualizações, recorrendo ao que autor chama de “drama”, através da elaboração de estratégias que permitam alcançar a tão sonhada audiência e conseguir ter um vídeo que seja visto por milhares de pessoas. Muitos procuram ser “estrelas” recorrendo a perfis falsos e assumindo papéis que lhes permitem criar maior empatia junto dos seus seguidores, causando uma crise de autenticidade no YouTube. A facilidade em compartilhar, sendo exequível que qualquer um publique de forma descomplicada o que pensa, leva muitas vezes á disseminação de mentiras, ou de imitações dos utilizadores com mais visualizações. Ao invés de emitirem as suas opiniões, mantendo a sua personalidade, a maioria prefere usar “esquemas” que lhes permitam alcançar milhares de visualizações. Talvez, o que muitos procuram na tecnologia, seja uma forma de conexão, sem restrições, com uma forma de conectar profunda, sem sentir o “peso” das responsabilidades dessa conexão.  Há então, uma dicotomia entre comportamentos falsos e autênticos, em que se mistura o melhor e o pior que o ser humano tem, levando por vezes, ao que chama de colapso de contexto.

Por conseguinte, o vídeo A Vision of Students Today, (2007), produzido por estudantes universitários mostra-nos, como a visão do estudante mudou radicalmente após o advento das novas tecnologias e como eles não se sentem bem na universidade. O conhecimento está fragmentado e classificado em padrões que não fazem nenhum sentido para os estudantes e leva-os a não encontrarem sentido no que estudam. Também é mencionado a falta de personalização do aluno, como por exemplo, muitos professores universitários não saberem o nome dos seus alunos, traduzindo-se na falta de afeto e de humanidade, na relação professor-aluno. Foram enunciadas várias queixas dos estudantes, através de cartazes, onde a título de exemplo: compram livros que não usam, realizam tarefas que não os ajudarão em nada, desistem ao longo do curso por causa da desigualdade social presente na sociedade e apesar de não serem responsáveis por estes problemas, precisam de os enfrentar. De um modo geral, entendemos estes aspetos, como uma crítica à sociedade, que obriga os estudantes que vivem numa sociedade em rede a seguir um padrão de ensino tradicional, onde não são contemplados os seus objetivos, fazendo-os sentir, como se fossem números e não seres humanos dotados de histórias, desejos, ideias e sentimentos.

No vídeo The Machine is Us/ing Us (Final Version), (2007), observamos as revoluções que advieram com a introdução dos textos digitais, que são mais flexíveis e nos permitem ligar com outros textos através de um único clique (hypertext). Colocando em prática a ideia, de que quem organiza esta quantidade enorme de dados somos nós, ou seja, todos os que utilizamos a rede, criamos, modificamos e usamos os textos digitais. É pertinente a seguinte pergunta: será que estamos realmente a usar a internet ou estamos a ser usados pelas máquinas? Entendemos que na sociedade em rede, devemos estar imbuídos de um espírito crítico, questionando e refletindo sobre todas estas temáticas que temos vindo a enunciar, tendo sempre presente a ideia, de que não devemos considerar que todos os que estão inseridos na internet possuem o mesmo domínio e a mesma posição de poder. Logo o que estamos a ter agora, é uma tentativa de controle destes textos e algoritmos por parte de poucas empresas e de como elas usam a máquina para nos usar, encaminhando-nos, links de propagandas, espiando-nos, com o objetivo de gerar dados e vendê-los a empresas. Por esta razão, o vídeo termina salientando que precisamos de ter a capacidade de repensar sobre muitas coisas e não achar que a internet só possui pontos positivos.

É imperativo ter sensibilidade no que se refere à questão dos termos e condições de uso, onde é cada vez mais fácil copiar, e copiar é crime. Não   podemos tornar os nossos filhos passivos e piratas, temos o dever de fazer mais e melhor, numa democracia. 

Deste modo, estes problemas do Youtube, materializam-se nos problemas da sociedade em rede, seja a nível pessoal, social ou educativo, sendo importante esta mediação da simbiose entre educação e virtualidade. Em que seja possível, com uma mudança do ecossistema educativo, apelar a uma educação mais contemporânea, que dê resposta às necessidades educativas dos alunos do séc. XXI. Através dos REA (recursos educacionais abertos), mudança do design instrucional, priorizando o papel da flexibilidade, da hipertextualidade, da escrita digital, de atividades que estimulem o pensamento crítico e da interação entre professor-aluno e aluno- aluno, num ambiente de cultura participativa entre todos.

Completámos a atividade com a leitura dos textos disponibilizados no tópico 6 e dos quais fizemos igualmente uma pequena síntese.

Teixeira, A., Bates, T., & Mota, J. (2019). What future(s) for distance education universities? Towards an open network-based approach. RIED. Revista Iberoamericana de Educación a Distância, 22(1), pp. 107-126. doi: http://dx.doi. org/10.5944/ried.22.1.22288

Este artigo fala-nos da evolução da educação a distância. Faz um enquadramento temporal e levanta questões pertinentes sobre este sistema de ensino.

Três dos macro fatores que influenciam o ensino a distância identificados pelo autor são a escala, interoperacionalidade e flexibilidade, que estão a permitir um florescimento da educação a distância na época digital e no ensino superior.

O autor foca a necessidade de inovação nas práticas educacionais – mais flexíveis e ajustáveis aos contextos bem como a personalização da educação.

Fica bem clara a preocupação com a falta de qualificação dos profissionais que prestam este serviço e a forte concorrência entre as universidades convencionais e as outras instituições de educação, o que pode implicar a sustentabilidade dos prestadores deste tipo de ensino alterando o nível de competitividade das universidades. Acresce também a preocupação com a acreditação dos cursos em elearning e blearning, especialmente com os MOOC’s e qualidade de ensino que é oferecida neste tipo de cursos.  Diz-nos que é fundamental manter os altos padrões de qualidade e liderar a pesquisa no ensino a distância, melhorando a transferência da inovação da pesquisa, para a prática pedagógica.

Salienta o acesso a recursos educativos abertos, que permitem uma maior distribuição do conhecimento a estudantes de vários níveis económicos, motivando uma massificação e democratização do acesso à educação.

Menciona que a necessidade da educação a distância e o reconhecimento de competências, mantém-se devido à aprendizagem ao longo da vida; grupos desfavorecidos; estudantes de um grupo etário mais elevado; trabalhadores estudantes; estudantes com necessidades especiais; estudantes de línguas não nativas; necessidades societais emergentes; necessidade de gerar novas formas de competências modulares, da sua avaliação e acreditação; possibilidade de os estudantes criarem o seu próprio curso.

Foca a importância da tecnologia, que permite a diluição das barreiras físicas, trazendo a mobilidade e portabilidade do ensino, implicando uma nova forma de ensinar e de apreender. Para este autor será necessário usar a tecnologia como parte integrante das atividades de ensino e aprendizagem para preparar os alunos para uma sociedade baseada no conhecimento, onde a aprendizagem prepara e combina com o mundo do trabalho, lazer e sociedade. 

Deixa ideias chave para a flexibilidade das instituições: Internacionalização e networking entre instituições (formando alianças e permitindo a interoperabilidade); desagregação dos serviços universitários; reorganização da estrutura acadêmica (privilegiando a interdisciplinaridade e a colaboração); reorientação das operações da universidade em torno da pesquisa e inovação na forma de ensinar e de aprender; lançamento de laboratórios colaborativos para transferência de conhecimento para a administração pública, empresas e ONGs; disseminação do uso e reuso de REA’s e práticas educacionais abertas; envolvimento regular dos quadros em formação contínua e mobilidade internacional de programas; aumento do envolvimento dos alunos nos processos de co-design do curso; implementação de infraestruturas tecnológicas.

O autor chama a atenção para um ponto central, nas profundas mudanças que a sociedade em rede nos trouxe: a forma como o conhecimento e a informação são produzidos, transmitidos ou distribuídos em redes que muitas vezes escapam ao controle das organizações e instituições. Torna-se particularmente relevante o desenvolvimento da literacia digital, vocacionada para apoiar a independência e autonomia dos estudantes, permitindo-lhes prosseguir a sua aprendizagem no contexto e de acordo com as suas necessidades. Este processo reúne aprendizagem formal e informal, em modelos baseados em redes e ecologias onde o acesso ao conhecimento e à aprendizagem ocorrem.

Para as universidades continuarem a ser relevantes, devem manter cinco áreas funcionais críticas: estruturação e disponibilização de acesso a conteúdos; serviços de tutoria e apoio à aprendizagem; curadoria e acesso a materiais de pesquisa; atuar como um hub para atividades sociais; avaliação da aprendizagem e atribuição de graus.

Termina deixando a ideia de que as universidades de educação a distância estão num estranho paradoxo. Se, por um lado, a aprendizagem baseada em tecnologia tornou-se dominante no ensino superior e na maioria das instituições mesmo adotando práticas educacionais abertas, por outro lado, a maioria dos novos concorrentes criou a ilusão de que expertise baseada em pesquisa, infraestruturas dedicadas e equipas especialmente treinadas, já não são requisitos essenciais para o funcionamento das instituições. Contudo, para poderem alcançar as oportunidades, as universidades dedicadas à educação a distância precisam de se transformar e adotar uma nova abordagem organizacional.

Neste sentido, as Universidades a Distância, enfrentam um desafio social, económico e tecnológico, fruto da globalização e da internet, em que as sociedades e comunidades vêm clamando uma maior escalabilidade e flexibilidade da oferta.

Grajek, S. (2020). How Colleges and Universities Are Driving to Digital Transformation Today. EUNIS 2020 Congress EDUCAUSEREVIEW Special Report - Top 10 IT Issues. (pp.50-53).

Esta autora foca o seu artigo nas mudanças sentidas na força de trabalho, cultura e tecnologia, que estão a acontecer atualmente no ensino superior e como essas mudanças se relacionam com os 10 principais problemas de TI do EDUCAUSE 2020.

Menciona que a transformação digital não está distribuída igualmente entre todas as instituições universitárias. Assume a transformação digital como uma série de mudanças profundas e coordenadas na força de trabalho, cultura e tecnologia que possibilitam novos modelos educacionais e operacionais e transformam as operações, direções estratégicas e proposta de valor de uma instituição. Implicando mudanças na força de trabalho, cultura e tecnologia no ensino superior. Deste modo, são enumerados dez problemas:

  1. Desenvolvimento de uma estratégia de segurança baseada em riscos que detete, responda e evite ameaças e desafios de segurança com eficácia
  2. Proteção dos direitos de privacidade dos constituintes institucionais e manter a responsabilidade pela proteção de todos os tipos de dados restritos
  3. Desenvolvimento de modelos de financiamento sustentáveis que possam manter a qualidade e acomodar novas necessidades e o uso crescente de serviços de TI em uma era de crescentes restrições orçamentais.
  4. Integrações digitais garantindo interoperabilidade, escalabilidade e extensibilidade do sistema, bem como integridade, segurança, padrões e governança de dados em vários aplicativos e plataformas
  5. Desenvolvimento do Ensino Superior centrado no aluno, criando um ecossistema de serviços, para dar suporte a todo o ciclo de vida do aluno, desde a prospeção até à matrícula, aprendizagem, colocação profissional, envolvimento de ex-alunos e educação continua
  6. Retenção e conclusão do aluno, desenvolvendo os recursos e sistemas para incorporar a inteligência artificial ao serviço dos alunos, fornecendo suporte personalizado e oportuno
  7. Criação de processos de inscrição aprimorada: usando tecnologia, dados e análises, para desenvolver uma estratégia de inscrição inclusiva e financeiramente sustentável. Alcançando mais e novos alunos, personalizando o recrutamento, a inscrição e as experiências de aprendizagem
  8. Acessibilidade do Ensino Superior, alinhando organizações de TI, prioridades e recursos com prioridades e recursos institucionais para alcançar um futuro sustentável
  9. Simplificação administrativa: aplicação de design centrado no utilizador, melhoria de processo e reengenharia de sistema, para reduzir esforços redundantes ou desnecessários e melhorar as experiências do utilizador final
  10. CIO Integrativo: Reposicionando ou reforçando o papel da liderança de TI como um parceiro estratégico integral, da liderança institucional no apoio às missões institucionais

Este artigo pareceu-nos relevante, uma vez que aborda a questão da transformação digital, que consiste em mudanças tecnológicas e consequentemente novos modelos educacionais. Isto implica, estratégias de segurança e informação, (segurança cibernética), investimento em tecnologia para proteção da privacidade.

Por conseguinte, também faz referência à questão de acessibilidade dos materiais educativos. Na escolha dos seus materiais educativos, os professores deveriam priorizar os REA (recursos educacionais abertos), estando dispostos a mudar, em vez de seguirem restrições que reduzem a autonomia pedagógica.

Por último, é também referenciado que, a matrícula, o recrutamento, a retenção e o sucesso do aluno, estão a tornar-se, uma responsabilidade de todo o ensino superior. As faculdades, universidades e colaboradores estão a ser incentivados a conetar/apoiar os alunos descontentes ou com dificuldades.

Bates A.W (2017).  Educar na Era Digital design, ensino e aprendizagem. ABED & Artesanato Educacional. São Paulo: Brasil  

O especialista na área de planeamento, formação, gestão de e-learning e educação a distância, Tony Bates, na sua obra: Educar na Era digital design, ensino e aprendizagem, trata sobre as mudanças que a Educação vem enfrentando, resultantes das grandes transformações sociais e novas demandas do mundo contemporâneo. Face a isso, tornam-se necessários novos e diferentes métodos de ensino on-line, que levem em consideração as necessidades dos novos perfis de aprendizagem da atualidade.

O autor utiliza uma interessante metáfora sobre “o vinho velho numa garrafa nova” para explicar que, muitas vezes a abordagem de ensino oferecida pelos ambientes virtuais de aprendizagem, é uma réplica dos modelos utilizados no ensino presencial.  Para ele, os estudantes que aprendem de maneira remota têm necessidades específicas, que diferem daqueles que frequentam o ensino presencial. Deste modo, os modelos de design precisam ser pensados de forma a suprir estas demandas, oferecendo um ensino de qualidade para os aprendizes do modelo EAD.

No seu livro, o autor também se dedica a explicar alguns métodos e modelos de ensino on-line, tais como: o modelo ADDIE, metodologia Harasim, design MOOcs, modelo Sections etc.

O autor explica que para escolher qual o método a utilizar, deve-se ter em mente o contexto no qual está inserido, compreendendo quais são as demandas do campo, as características dos aprendizes e os recursos disponíveis, com vista a um ensino de excelência. Entretanto, revela que os modelos de ensino mais significativos, são aqueles que promovem a aprendizagem colaborativa, a interação e a troca de saberes.

Bibliografia

Bates A.W (2017).  Educar na Era digital design, ensino e aprendizagemABED & Artesanato Educacional. São Paulo: Brasil

Grajek, S. (2020). How Colleges and Universities Are Driving to Digital Transformation Today. EUNIS 2020 Congress EDUCAUSEREVIEW Special Report - Top 10 IT Issues. (pp.50-53).

Teixeira, A., Bates, T., & Mota, J. (2019). What future(s) for distance education universities? Towards an open network-based approach. RIED. Revista Iberoamericana de Educación a Distancia, 22(1), pp. 107-126. doi: http://dx.doi. org/10.5944/ried.22.1.22288

Wesch, M. (2008, julho 27). An anthropological introduction to YouTube [Vídeo file]. YouTube. An anthropological introduction to YouTube - YouTube

Wesch, M. (2007, outubro 12). A Vision of Students Today [Vídeo file]. YouTube. A Vision of Students Today - YouTube

Wesch, M. (2007, março 8). The Machine is Us/ing Us (Final Version) [Vídeo file]. YouTube. The Machine is Us/ing Us (Final Version) - YouTube



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